- Reclamamos da corrupção, mas cometemos pequenos atos de falta de respeito que geram a corrupção, por exemplo: furar fila, jogar lixo na rua, culpar os outros quando algo não nos agrada, oferecer pequenos subornos para que uma situação errada não seja coibida, vender voto...
- “Um galo só não tece uma manhã”. Isso mostra que em qualquer situação há um trabalho de equipe e muitas vezes não enxergamos isso. Se for bom, fui eu que fiz, caso contrário, foram os outros.
- Aprendemos com os bons exemplos, mas as coisas erradas e feias também nos servem de lição, podemos tirar daí muita sabedoria.
- Devemos usar a inteligência e não o fígado para nos dirigir ao outro. A nossa forma de falar, de relacionar mostra se respeitamos ou não o outro.
- Usamos máscaras o tempo todo, sobretudo, quando em situação de exposição, ainda mais nestes tempos de redes sociais onde se criam personagens para ocultar a verdadeira face. Não expomos o que sentimos ou o que somos de fato. Quando nos sentimos mal em ambientes externos é para casa que queremos voltar e sermos acolhidos.
- Aquela famosa frase: “sabe com quem está falando?” revela, literalmente, o comportamento de que não respeita ninguém.
- Não podemos e não devemos tirar sarro de tudo e de todos. Tantas guerras políticas e, sobretudo religiosas partiram daí e duram décadas. Respeitar o espaço, o direito e as particularidades do próximo é sinal de humanidade.
- Houve um tempo que já está deixando saudades, aquele tempo onde as pessoas não tinham preguiça de conversar, de dizer bom dia, de atender bem. Hoje você chega na recepção de uma empresa e ninguém responde ao seu bom dia porque o celular não deixa. O seu melhor sorriso não é mais para seus filhos, para sua esposa(o)/namorada(o), amigos ele é para uma tela de alguma parafernália eletrônica que te distancia de quem está mais próximo de você.
São apenas algumas considerações
sobre situações do dia a dia que estão fazendo do homem verdadeira máquina
insensível aos apelos do outro.